Despedida: O Núcleo Experimental de Educação e Arte

“O amor é como um grão.
Tem que morrer para germinar.” – Gilberto Gil

Estamos concluindo um ciclo de 3 anos de uma rica experiência do Núcleo Experimental de Educação e Arte no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Mesmo diante de vários desafios, reconhecemos o quanto o Núcleo criou seu lugar em tão curto espaço de tempo. Enquanto programa experimental dedicado à educação para o MAM, podemos falar em uma projeção na cidade e porque não nacional e internacional. Acrescenta-se a esta trajetória de ações, as reflexões e debates realizados nos dois seminários internacionais reunindo convidados e parcerias como o MoMA, Walker Art Center, Casa Daros, Bienal Mercosul, Observatório de Favelas, Universidade das Quebradas, Spectaculu, British Council, Fundação Roberto Marinho, entre outros. » I e II Seminário Internacional

Como dimensionar ou avaliar o papel do Núcleo? Reconhecendo a importância histórica do MAM para a cidade, o Núcleo se projetou pelo seu investimento diferencial ou experimental como parte de uma prática educativa. Assim, defendemos o MAM como lugar de criação e de múltiplas vozes, tanto no cuidado com o acolhimento quanto na irradiação para comunidades. Neste sentido, o Núcleo foi também uma escola pública de arte e escola de arte pública para uma formação e aprendizado mútuo, tanto de nossa equipe quanto do público atendido.

Nesta diversificação de cenários de aprendizagem e cidadania, citamos a realização de um programa de acessibilidade em parceira com o Núcleo de Pesquisa Cognição e Coletivos – Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFRJ (NUCC) e Instituto Benjamin Constant. A concepção e desenvolvimento dos encontros multissensoriais, apreciado e reconhecido como referência já apresentada em simpósios especializados, é um exemplo de uma experiência de aprendizagem e pesquisa para todos. » Encontros Multissensoriais

Da mesma forma, a integração entre curadoria do MAM (Luiz Camillo Osório e Marta Mestre) e Núcleo mereceu sempre uma atenção especial, como no caso dos fóruns de múltiplas vozes para a mostra Nan Goldin. Neste caso, abriu-se publicamente outro entendimento do papel educativo de uma instituição – ativar o sentido de expor e da recepção pública como espaço de reflexão e debate. » Ação Conjunta

Os ateliês com artistas e educadores para famílias nos fins de semana e as inovações de ações interpretativas dialogais nas galerias e nos jardins do MAM, provocaram novas possibilidades e desafios das experimentações artísticas-pedagógicas. » Destaques

O experimental para o Núcleo foi também traduzido pelo envolvimento e colaboração com artistas na sua programação de atividades especiais, tais como, Alex Hamburger, André Renaud, Ascânio MMM, Cabelo, Carlos Vergara, Claudia Bakker, Domingos Guimaraens, Edmilson Nunes, Elisa Bracher, Enrico Rocha, Ernesto Neto, Fernando Codeço, Gabriela Gusmão, Guilherme de Carvalho, Guilherme Vaz, José Bechara, Laura Erber, Leo Stefano, Luiza Baldan, Manuel Caeiro, Marcos Cardoso, Pedro Victor Brandão, Ricardo Basbaum, Ricardo Ventura, Tatiana Blass, Tatiana Grinberg, Virgínia Mota, Vitor Cesar, Yonamine, entre outros pesquisadores, colaboradores e organizações, buscando aprofundar ou aproximar as relações entre práticas artísticas e o público. » DouAções

O Núcleo também trouxe para o MAM novos horizontes de redes de colaboração tais como o envolvimento da instituição junto às organizações sociais, como por exemplo, a Spectaculu, Papel Pinel, Coletivo Briza, CPMA (Central de Penas e Medidas Alternativas) de Niterói, Pimpolhos da Grande Rio, Luta pela Paz, Retiro dos artistas, CAT Terreirão, Cinco Visões, Casa da Arte de Educar, Casa da Arte de Vila Isabel, Instituto Terrazul, Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, A Casa e Associação de Moradores do Conjunto Habitacional Pedregulho, onde foram realizadas visitas recíprocas: MAM na Comunidade e Comunidade no MAM. Esta linha de ação extra-muro foi conceituada como Irradiações. O seu sentido de formação e aprendizado foi mútuo –  onde artistas/educadores desenvolveram suas propostas de agenciamentos sócio-culturais juntamente com suas práticas artísticas-pedagógicas, estabelecendo novas aberturas e trocas nas relações entre o museu e cidade. » Irradiações

A importância de formação de artistas e educadores se desdobrou em todas as atividades do Núcleo não somente dentro do museu, mas em comunidades, escolas e também em universidades, através da parceria com o Instituto de Artes da UERJ, sendo o Núcleo um projeto do qual estudantes participaram como Laboratório de Artes Visuais, em 2010.

Ao longo desses três anos, vivenciamos experiências ricas com escolas, explorando novos olhares sobre arte e novas participações nos espaços e contextos do museu – um território (a ser) descoberto. » Visitas em grupo

Em 2011 realizamos um curso para professores em parceira com a 29ª Bienal de São Paulo e colaboramos com o Projeto Autonomia. Em 2012 inauguramos o programa Museu/Escola que buscou aprofundar vínculos com professores através de encontros continuados, grupos de estudos e colaborações aprofundadas com escolas, tais como o projeto-piloto com a Escola Municipal Emílio Carlos em Guadalupe – RJ, apresentado como estudo de caso no seminário Reconfigurações do Público II» Museu/Escola

O programa Diálogos se desdobrou a partir das discussões inauguradas nos seminários internacionais Reconfigurações do público I & II e em 2013 desenvolvemos uma série de conversas focando em temas como acessibilidade, zonas criticas entre ética, estética e pedagogia, e novas perspectivas sobre arte, educação e cidade. Em sua última edição, recuperamos a memória e homenageamos o artista e educador Ivan Serpa e seu papel para história do MAM. » Diálogos

Agradecemos em especial ao Luiz Camillo Osório, curador do MAM, pelo convite e apoio ao longo desta trajetória tão viva e inovadora para todos nós. Da mesma forma, ampliamos nossos agradecimentos a Petrobras que apostou num projeto experimental de educação e arte para o MAM, estando sempre diretamente engajados na partilha desta construção coletiva. Gostaríamos de também reconhecer a parceria com a UNIMED – Rio, Carlos Vergara pelo convite e Vale do Rio Doce que apoiou a inauguração do Núcleo em 2009.

Agradecemos todos que apoiaram e participaram em nossa trajetória.Todos os nossos esforços exploraram e refletiram as buscas por novas possibilidades e sentidos dos museus de arte para a educação no século XXI. Esperamos que essas sementes possam germinar em novos futuros.

O Núcleo Experimental de Educação e Arte

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Ao longo dos 3 anos de atividades no MAM, o Núcleo Experimental foi composto por uma equipe de artistas, educadores e produtores culturais, que em diferentes momentos, se dedicaram e contribuíram de maneira significativa para o crescimento e fortalecimento do projeto:

Adriana Fontes, Ana Chaves, Ana Clarissa Fernandes, Anderson Araújo, Anita Sobar, Beatriz Lahora, Bebel Kastrup, Bernardo Zabalaga, Bianca Bernardo, Eduardo Machado, Elielton Rocha, Felisa Perez, Gabriela Gusmão, Gleyce Kelly Heitor, Graziela Mello, Hugo Richard, Ignês Albuquerque, Jessica Gogan, Keyna Eleison, Leonardo Campos (AoLeo), Luiz Guilherme Vergara, Luna Leal, Maíra Dias, Mara Pereira, Renata Montechiare, Sabrina Curi, Sabrina Rosas, Taisa Moreno, Thiago Ortiz e Virgínia Mota.

Encontros Multissensoriais – Você mesmo faz

Por ocasião do 65º aniversário do MAM, o encontro multissensorial de abril dialogou com a exposição Polaridades – Coleções MAM. Com a intenção de ativar a obra de Hélio Oiticica, convidamos os participantes a re-fazer os parangolés como proposições, no qual cada um ajudou o próximo a fazer o seu próprio parangolé. A confecção dos parangolés foi atravessada pela experiência corporal, na noção da cor em campo expandido, da palavra escrita no espaço, uma obra que se faz no movimento da vida.

Tomando como ponto de partida o sentido de ruptura e síntese das obras expostas, propomos, no fazer, pontes de entendimento com o que esse território pós anos 60, evidencia na corrente atual da arte brasileira.

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Realização: 27 de abril 2013

Saiba mais sobre: Encontros Multissensoriais: Uma carta é sempre um pedaço de pessoa
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Conversas nas exposições 2013

Conversas dirigidas ao público espontâneo que instigam  percepções ampliadas sobre a exposição de longa duração Genealogias do Contemporâneo e as exposições temporárias. Compilação dos programas Conversas nas exposições propostos e realizados no ano de 2013.

Programação Maio 2013

  • Conversas nas exposições Qui 02 16h: A partir do reconhecimento do corpo da obra de Rui Chafes, discutiremos de que forma ela nos organiza e presentifica. Pensaremos também os mecanismos pelos quais o artista problematiza as relações de proximidade e distância a partir do trabalho da forma.
  • Conversas nas exposições Qui 04 16h: A partir da exposição Polaridades – Coleções MAM discutiremos a importância do museu e das obras presentes em sua coleção no processo histórico da arte no Brasil, em especial na segunda metade dos anos 60. 
  • Conversas nas exposiçõesTer 07 16h: Exposição Genealogias do Contemporâneo. A partir do entrecruzamento dos processos de criação de alguns artistas da exposição serão abordadas questões referentes ao moderno e ao contemporâneo no Brasil. 
  • Conversas nas exposições Qui 09 16h: Conversa na exposição Genealogias do Contemporâneo, a partir do eixo temático corpo e identidades. .

Programação Abril 2013

  • Conversas nas exposições Ter 02 16h: Como a ideia de arquivo se apresenta na exposição Márcia X – Arquivo X, reunindo obras, documentos e registros do processo de trabalho da artista, e como assume diferentes sentidos na arte contemporânea, nas instituições e na vida cotidiana.
  • Conversas nas exposições Quin 04 16h: A partir da exposição Polaridades – Coleções MAM, discutiremos a importância do museu e das obras presentes em sua coleção no processo histórico da arte no Brasil, em especial na segunda metade dos anos 60.
  • Conversas nas exposições Sáb 06 16h: Qual é sua opinião sobre a arte? A arte serve para alguma coisa? Percurso criado a partir das obras expostas na mostra Aquisições – Prêmio Marcantonio Vilaça/ Funarte e de certos eixos conceituais e poéticos, que nos ajudarão a responder (ou não) as questões citadas.
  • Conversas nas exposições Ter 09 16h: Como a ideia de arquivo se apresenta na exposição Márcia X – Arquivo X, reunindo obras, documentos e registros do processo de trabalho da artista, e como assume diferentes sentidos na arte contemporânea, nas instituições e na vida cotidiana.
  • Conversas nas exposições Quin 11 16h: A partir da exposição Genealogias do Contemporâneo, discutiremos sobre a vertente crítica e figurativa da arte brasileira na década de 60, com foco na obra do artista Rubens Gerchman.
  • Conversas nas exposições Sáb 13 16h: Márcia X – Arquivo X. A curadora Beatriz Lemos e os artistas Ricardo Ventura e Alex Hamburger, conversam sobre a exposição e o arquivo Márcia X.
  • Conversas nas exposições Ter 16 16h: Perguntamos diante do MAM e da Baía de Guanabara – onde, então, começa o museu? O que podemos entender por um museu ampliado? Propomos um percurso pelo jardim de Burle Marx e pela arquitetura deAffonso Eduardo Reidy a fim de explorar, dialogar, desafiar as relações, limites e fronteiras entre o museu e a vida cotidiana.
  • Conversas nas exposições Quin 18 16h: O MAM como um abrigo de arte, política, cultura e potencialidades. A partir dos eixos curatoriais da exposição Genealogias do Contemporâneo, discutiremos como esses temas permeiam a história do museu e a coleção de Gilberto Chateaubriand.
  • Conversas nas exposições Sáb 20 16h: Conversa sobre a exposição Índice de Luiza Baldan, com presença da artista.
  • Conversas nas exposições Ter 23 16h: conversa obre a importância do olhar que desdobra o gesto criativo, a partir da obra fotográfica de Cao Guimarães. ExposiçãoAquisições – Prêmio Marcantonio Vilaça/ Funarte.
  • Conversas nas exposições Quin 25 16h: A partir da exposição Genealogias do Contemporâneo, discutiremos sobre a vertente crítica e figurativa da arte brasileira na década de 60, com foco na obra do artista Rubens Gerchman.
  • Conversas nas exposições Ter 30 16h: Perguntamos diante do MAM e da Baía de Guanabara – onde, então, começa o museu? O que podemos entender por um museu ampliado? Propomos um percurso pelo jardim de Burle Marx e pela arquitetura deAffonso Eduardo Reidy a fim de explorar, dialogar, desafiar as relações, limites e fronteiras entre o museu e a vida cotidiana.

Programação Março 2013

  • Conversas nas exposições Ter 05 16h: A partir de algumas narrativas expostas em Histórias às margens de Adriana Varejão iremos propor debates referentes à temporalidade da obra.
  • Conversas nas exposições Quin 07 16h: A partir da exposição Genealogias do Contemporâneo, discutiremos sobre a vertente crítica e figurativa da arte brasileira na década de 60, com foco na obra do artista Rubens Gerchman. Com Anita Sobar
  • Conversas nas exposições Sáb 09 16h: Aproveitando o mês em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, discutiremos a partir da exposição Márcia X – Arquivo X, sobre como a figura da mulher atravessa o trabalho da artista de forma polêmica, bem humorada e crítica, no intuito de trazer à tona reflexões acerca do tema.
  • Conversas nas exposições Ter 12 16h: Quantas imagens para uma palavra. Conversa sobre a des-construção do tempo, da imagem e da fragmentação da palavra para uma composição ficcional funcional, a partir da exposição Musa sem cabeça, de Laura Erber.
  • Conversas nas exposições Quin 14 16h: A partir da exposição Genealogias do Contemporâneo,discutiremos sobre a vertente crítica e figurativa da arte brasileira na década de 60, com foco na obra do artista Rubens Gerchman.
  • Conversas nas exposições Sáb 16 16h : O que caracteriza um ateliê? Através da exposição Márcia X – Arquivo X que reproduz o ambiente de trabalho da artista, colocaremos em questão as diversas concepções de ateliê, além de uma investigação das especificidades desse espaço na contemporaneidade.
  • Conversas nas exposições Ter 19 16h: Como a ideia de arquivo se apresenta na exposição Márcia X – Arquivo X, reunindo obras, documentos e registros do processo de trabalho da artista, e como assume diferentes sentidos na arte contemporânea, nas instituições e na vida cotidiana.
  • Conversas nas exposiçõesQuin 21 16h : Quantas imagens para uma palavra. Conversa sobre a des-construção do tempo, da imagem e da fragmentação da palavra para uma composição ficcional funcional, a partir da exposição Musa sem cabeça, de Laura Erber.
  • Conversas nas exposições Sáb 23 16h: Com o intuito de debater a ideia de re-fazer ou re-enactment – como o termo é mais conhecido – discutiremos como na revisitação de certos aspectos formais, técnicos e performáticos, podemos encontrar na obra de Márcia X, pontes de entendimento e elaboração da obra no momento atual.
  • Conversas nas exposiçõesTer 26 16h: Como a ideia de arquivo se apresenta na exposição Márcia X – Arquivo X, reunindo obras, documentos e registros do processo de trabalho da artista, e como assume diferentes sentidos na arte contemporânea, nas instituições e na vida cotidiana.
  • Conversas nas exposiçõesQuin 28 16h: Conversa com Luiz Guilherme Vergara, sobre como as exposições Musa Sem Cabeça: A fábula do contemporâneo de Laura Erber e Arquivo X de Márcia X, podem dialogar entre si.

Programação Fevereiro 2013

  • Conversas nas exposições Sáb 02 16h: A partir da exposição Genealogias do Contemporâneo, discutiremos sobre a vertente crítica e figurativa da arte brasileira na década de 60, com foco na obra do artista Rubens Gerchman. Com Anita Sobar
  • Conversas nas exposições Ter 05 16h: O pensamento na pintura (inscrição e apagamento) e o exercício da modernidade. Exposição Vieira da Silva (1908-1992). Com Virgínia Mota
  • Conversas nas exposições Quin 07 16h: A partir da exposição Genealogias do Contemporâneo, discutiremos sobre a vertente crítica e figurativa da arte brasileira na década de 60, com foco na obra do artista Rubens Gerchman. Com Anita Sobar
  • Conversas nas exposições Quin 14 16h: Conversas dirigidas ao público espontâneo que instigam percepções ampliadas sobre a exposição permanente Genealogias do Contemporâneo e as exposições temporárias. Com Elielton Rocha
  • Conversas nas exposições Sáb 16 16h: A partir de algumas narrativas expostas em Histórias às margens de Adriana Varejão iremos propor debates referentes à temporalidade da obra. Com Ana Chaves
  • Conversas nas exposições Ter 19 16h: O reconhecimento de algumas perspectivas históricas em versões declaradas e sutis, propagadas e esquecidas na produção da artista Adriana Varejão, exposta em Histórias às margens. Com Mara Pereira
  • Conversas nas exposições Quin 21 16h: Conversas dirigidas ao público espontâneo que instigam percepções ampliadas sobre a exposição permanente Genealogias do Contemporâneo e as exposições temporárias. Com Luiz Guilherme Vergara.
  • Conversas nas exposições Ter 26 16h: Conversas dirigidas ao público espontâneo que instigam percepções ampliadas sobre a exposição permanente Genealogias do Contemporâneo e as exposições temporárias. Com Elielton Rocha
  • Conversas nas exposições Quin 28 16h: O lugar que ocupamos no espaço define a perspectiva de como enxergamos o mundo a nossa volta. Conversa em forma de percurso, cuja proposta será a construção um mapa pessoal a partir de marcas colocadas em lugares inéditos do museu. Com Bernardo Zabalaga

Programação Janeiro 2013

  • Conversas nas exposições Quin 03 16h: A partir da exposição Genealogias do Contemporâneo, discutiremos sobre a vertente crítica e figurativa da arte brasileira na década de 60, com foco na obra do artista Rubens Gerchman. Com Anita Sobar.
  • Conversas nas exposições Sáb 05 16h: O lugar que ocupamos no espaço define a perspectiva de como enxergamos o mundo a nossa volta. Conversa em forma de percurso, cuja proposta será a construção de um mapa pessoal a partir de marcas colocadas em lugares inéditos do museu. Com Bernardo Zabalaga.
  • Conversas nas exposições Ter 08 16h: Conversas dirigidas ao público espontâneo que instigam percepções ampliadas sobre a exposição de longa duração Genealogias do Contemporâneo. Com Elieton Rocha.
  • Conversas nas exposições Quin 10 16h: A partir da exposição Genealogias do Contemporâneo, discutiremos sobre a vertente crítica e figurativa da arte brasileira na década de 60, com foco na obra do artista Rubens Gerchman. Com Anita Sobar.
  • Conversas nas exposições Sáb 12 16h: O lugar que ocupamos no espaço define a perspectiva de como enxergamos o mundo a nossa volta. Conversa em forma de percurso, cuja proposta será a construção de um mapa pessoal a partir de marcas colocadas em lugares inéditos do museu. Com Bernardo Zabalaga.
  • Conversas nas exposições Ter 15 16h: Conversas dirigidas ao público espontâneo que instigam percepções ampliadas sobre a exposição de longa duração Genealogias do Contemporâneo. Com Elieton Rocha.
  • Conversas nas exposições Quin 17 16h: Conversas dirigidas ao público espontâneo que instigam percepções ampliadas sobre a exposição de longa duração Genealogias do Contemporâneo. Com Luiz Guilherme Vergara.
  • Conversas nas exposições Sáb 19 16h: A partir de algumas narrativas expostas em Histórias às margens de Adriana Varejão iremos propor debates referentes à temporalidade da obra. Com Ana Chaves.
  • Conversas nas exposições Ter 22 16h: O reconhecimento de algumas perspectivas históricas em versões declaradas e sutis, propagadas e esquecidas na produção da artista Adriana Varejão, exposta em Histórias às margens. Com Mara Pereira.
  • Conversas nas exposições Quin 24 16h: O pensamento na pintura (inscrição e apagamento) e o exercício da modernidade. Exposição Vieira da Silva (1908-1992). Com Virgínia Mota.
  • Conversas nas exposições Ter 29 16h: A partir de algumas narrativas expostas em Histórias às margens de Adriana Varejão iremos propor debates referentes à temporalidade da obra. Com Ana Chaves.
  • Conversas nas exposições Quin 31 16h: O dinamismo do olhar e a organicidade entre as linhas da pintura. Exposição Vieira da Silva (1908-1992). Com Virgínia Mota.

Saiba mais: Conversas nas exposições 2013
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Ateliê Aberto 2013

Oficinas e encontros com artistas e educadores que compartilham processos de criação coletiva elaborados para famílias e públicos diversos. Compilação do programa Ateliê aberto proposto e realizado no ano de 2013.

Programação Maio 2013

  • Ateliê aberto Dom 05 16h: As oficinas de maio serão dedicadas à experimentação em torno das exposições Arquitetura de Vidro de Marcos Cardoso e Carne Misteriosa de Rui Chafes. Nestes encontros exploraremos possibilidades da relação do corpo e da escultura no espaço.

Programação Abril 2013

  • Ateliê aberto Dom 07, 14, 21 e 28 16h: Oficinas e encontros com artistas e educadores que compartilham processos de criação coletiva elaborados para famílias e públicos diversos.

Programação Março 2013

  • Ateliê aberto Dom 03, 10, 17, 24 e 31 16h: Oficinas e encontros com artistas e educadores que compartilham processos de criação coletiva elaborados para famílias e públicos diversos.

Programação Fevereiro 2013

  • Ateliê aberto Dom 03, 17 e 24 16h: Oficinas e encontros com artistas e educadores que compartilham processos de criação coletiva elaborados para famílias e públicos diversos.

Programação Janeiro 2013

  • Ateliê aberto Dom 06, 13, 20 16h: Oficinas e encontros com artistas e educadores que compartilham processos de criação coletiva elaborados para famílias e públicos diversos.

Saiba mais: Ateliê aberto 2013
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Diálogos – Homenagem a Ivan Serpa

O programa Diálogos em homenagem a Ivan Serpa foi realizado em colaboração com a Coletiva Projetos Culturais, responsável pela exposição sobre Serpa recentemente encerrada na Caixa Cultural no Rio de Janeiro. Uma breve apresentação dos momentos históricos de Serpa no MAM, mostrou como a aprendizagem criativa era um foco especial do MAM nesta época, conforme os críticos Mario Pedrosa e Ferreiro Gullar escreveram em seus ensaios para os catálogos das exposições de arte com crianças. Os convidados Helio Ferreira Dias e Glaucia Boas Villas apresentaram a importância de Serpa como educador, especificamente a história no MAM e no contexto sócio-cultural da época.

Tivemos um público de 25 pessoas incluindo artistas, educadores, pesquisadores, alunos de universidade e também a família do artista homenageado. A discussão apontou a importância de recuperar e reavaliar a história de Serpa como artista e educador.

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Participação: Hélio Márcio Dias FerreiraProf. Dr. Hélio Márcio Dias Ferreira, autor do livro Ivan Serpa: o “expressionista concreto” (EDUFF, 1996), organizador do livro Ivan Serpa (coleção Fala do Artista – FUNARTE, 2004) e co-autor do livro Ivan Serpa (Banco Pactual, 2003). Artista plástico e Professor Adjunto de desenho da Escola de Teatro, UNIRIO.  Glaucia Villas BôasProfª da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), dedica-se à pesquisa e docência na área da sociologia da cultura. Coordenou os filmes documentários Almir Mavignier: Memórias Concretas (2006) e Formas de Afeto: um filme sobre Mario Pedrosa (2010). Atualmente desenvolve projeto sobre a história do concretismo na cidade do Rio de Janeiro. Luiz Guilherme Vergara e Jessica Gogan, coordenadores do Núcleo Experimental de Educação e Arte. Em colaboração com Coletiva Projetos Culturais.

Realização: 24 de abril de 2013

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Encontros Multissensoriais: Uma carta é sempre um pedaço de pessoa

O encontro multissensorial de março, partiu do pressuposto básico que permeia a iniciativa de um programa de acessibilidade dentro do museu: a partilha. O encontro contou com a presença da artista Laura Erber, que em Musa Sem Cabeça: A fábula do contemporâneo, questiona e reconfigura o aparelho simbólico que se constrói em torno ao espaço e entendimento da arte.

No desejo de pensar e discutir em conjunto o lugar da obra de arte, a proposta deste mês foi ao encontro da obra de Erber, através da leitura de fragmentos dos telegramas e a sua re-elaboração poética por parte do coletivo.

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Participação: Laura Erber (artista)
Realização: 30 de março 2013


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