Crônicas Experimentais – Maíra é…Pedra noventa!

Maíra é…Pedra noventa!
por Ana Paula Chaves


Pessoa
“supimpa”,
“bacana”,
“honrada”,
“que gosta das coisas feitas às claras”,
“pessoa do bem”,
“a bola boa”,
“aquela que faz a diferença.”


Maíra luta com palavras e ações.
                            

Faz (presente do indicativo)
história no nosso meio dia,
percurso,
ponto de vista,
olhar com fé,
comprometimento,
na nossa reflexão,
prática,
“autonomia”,
percepção,
intervenção no mundo,
Maíra “manuela” o delírio do verbo:
Escuta a cor dos passarinhos,
Desenha o cheiro das árvores,
Mede a altura do silêncio das pedras,
Voa fora das asas,
Olha de ave,
Olha as coisas de azul,
Cuida para não empobrecer a imagem.
Maíra é puxada por ventos e palavras.
Os ventos do Norte chamaram Maíra.
Os ventos do Sul sopram agradecimentos à companheira.
Sopram sorrisos, beijos, abraços, trevos da sorte, saudades e um até logo!
Porque todo vento que vai, volta!
Até logo, até logo companheiro.
Eu te guardo no meu peito e te asseguro:
Nosso afastamento passageiro
É sinal de um encontro no futuro.”

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