Crônicas Experimentais – Liberdade

Liberdade
por Maíra Dias

Um aluno recebe prancheta, folha e lápis para participar de uma atividade no museu. Com um enunciado simples deveria escolher com seu grupo uma obra para integrar um roteiro de visita formado colaborativamente.


Começa o percurso. Mesmo sem orientação para isso anota o nome de uma obra, em seguida anota o de outra, mais outra e outra… Percebe, então, que não está no museu para listar obras. E para que está? Faz uma última anotação.

Todo o tempo, até para me manter atenta, me questiono o que quero provocar nas visitas. Qual o sentimento que quero que os visitantes tenham no museu?

Em um trabalho onde é tão difícil aferir resultados, já que podemos influenciar toda a relação de um indivíduo com o mundo, com a arte, com a realidade… “Liberdade”, pra mim, é um indicador de missão cumprida.


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